Curso de psicopedagogia Rio Branco, Acre

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SESI - Serviço Social da Indústria - AC
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Rio Branco, Acre
Sociedade Educativa Acreana Ltda
(68) 3026-1717
av Getúlio Vargas, 1268, An 2 Sl 202, Bosque
Rio Branco, Acre
Instituto de Ensino Superior do Acre
(68) 3244-1282
tr Ponta Pora, 100, Capoeira
Rio Branco, Acre
SENAI - Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial
(68) 3223-3678
av Epaminondas Jacome, 1260, Base
Rio Branco, Acre
Faculdade Barão do Rio Branco
(68) 3213-7070
rdv BR-364, 2000, Km 2, Dis Industrial
Rio Branco, Acre
R. L. P. dos Santos - Me
(68) 3221-2301
r Deodoro,Mal, 236, 2 An, Centro
Rio Branco, Acre
A F Carneiro
(68) 3224-1946
r Bartolomeu Bueno, 163, Cs, Bosque
Rio Branco, Acre
M. S. Pre-vestibular Ltda
(68) 3224-0726
r Venezuela, 658, Cerâmica
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UFAC
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rdv BR-364, 4000, Km 4, Dis Industrial
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Faculdade da Amazônia Ocidental
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etr Dias Martins, 894, Ch Ipê
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Curso de psicopedagogia

Uns parecem estar no mundo da lua. Outros, num ringue de boxe. Para driblar essas atitudes que prejudicam suas aulas, é preciso conhecer e respeitar as mudanças que ocorrem na adolescência, ganhar a confiança da turma e aproximar o conteúdo escolar do cotidiano da garotada

A culpa é dos hormônios. Até há bem pouco tempo, a indisciplina e o comportamento emocionalmente instável dos adolescentes eram atribuídos à explosão hormonal típica da idade. Pesquisas recentes mostram, no entanto, que essa não é a única explicação para a agressividade, a rebeldia e a falta de interesse pelas aulas, que tanto preocupam pais e professores. Nessa fase, o cérebro também passa por um processo delicado, antes desconhecido: as conexões entre os neurônios se desfazem para que surjam novas. Simplificando: o cérebro se desmonta, reorganiza as partes e em seguida se monta novamente, de forma definitiva para a vida adulta ( veja quadro ). Entre 13 e 19 anos, é comum os jovens apresentarem reações e comportamentos que independem da vontade deles. Portanto, nem sempre palavras ditas de maneira agressiva ou arrogante são fruto da falta de educação. Para quem convive diariamente com turmas dessa faixa etária — que ora parecem estar no mundo da lua, ora com pane no sistema — e quer conquistá-las, a saída é agir de forma firme, mas respeitosa.

Não adianta bater de frente

A primeira lição para quem trabalha com adolescentes é não tomar para o lado pessoal qualquer tipo de afronta vinda de um aluno. Responder a uma provocação no mesmo tom só faz você perder o respeito e a admiração do grupo — o que dificulta o trabalho em classe. Além disso, ao perceber que tirou o professor do sério, o jovem se sente vitorioso e estimulado a repetir a dose. Educar não é um jogo em que se determina quem vence ou perde, afirma a psicopedagoga Maria Helena Barthollo, do Centro de Estudos da Família, Adolescência e Infância, no Rio de Janeiro. Ela sugere que a luta com a garotada dê lugar a parcerias. Os acordos incluem regras, direitos e limites que valem para todos, inclusive você.

O jovem, a partir dos 12 ou 13 anos, está passando por um período de instabilidade psicológica natural. De acordo com a psicopedagoga Nadia Bossa, professora da Universidade Santo Amaro, em São Paulo, nesse período ele revive conflitos típicos da infância. Aos 2 ou 3 anos, quando a criança percebe sua fragilidade, grita, teima, testa os adultos. Quando a mãe, por exemplo, impõe um limite, ela tem a garantia de que está sendo cuidada, explica. O adolescente faz o mesmo. Ele testa os limites dos adultos numa tentativa de estabelecer novos parâmetros de poder sobre sua realidade. Considerando a informação, fica mais fácil para você não interpretar reações intempestivas como uma agressão pessoal.

O professor de História Renato Mota Duarte, da Escola Municipal de Ensino Fundamental e Médio Derville Allegretti, em São Paulo, já se deu conta de particularidades dessa fase. Não grito quando os alunos ig...

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