Curso de psicopedagogia Recife, Pernambuco

Encontre os Cursos de Psicopedagogia de Recife. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região,aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto

FEPAM
(81) 3461-4008
av Cândido Ferreira, 343 Piedade
Jaboatão dos Guararapes, Pernambuco
CBC - Centro Brasil Canadá Ltda
(81) 3426-1347
r Vicente Meira,Dr, 201, Graças
Recife, Pernambuco
Faculdade de Cararapes
(81) 3343-5578
r Com José Didier, 27 Piedade
Jaboatão dos Guararapes, Pernambuco
Centro Linguista Ltda
(81) 3327-2279
av Domingos Ferreira,Eng, 890, Sl 1010, Boa Viagem
Recife, Pernambuco
Fisk Escola de Idiomas
8007-733475
r Tito Rosas, 83, Parnamirim
Recife, Pernambuco
Faculdade Metropolitana
(81) 3361-0620
av Gal Barreto Menezes, 809 Guararapes
Jaboatão dos Guararapes, Pernambuco
Centro Profissional Especial
(81) 3468-3344
av Ns de Fátima, 239 após o Habbis 3º sinal à esquerda Piedade Jaboatao
Jaboatão dos Guararapes, Pernambuco
Britânia
(81) 3427-4800
r Futuro, 701, Graças
Recife, Pernambuco
Curso Signa
(81) 3481-0044
r Nara Lúcia, 54 c D Centro
Jaboatão dos Guararapes, Pernambuco
Caxanga English Course Ltda
(81) 3453-6005
av Caxangá, 3929, Lj 1, Iputinga
Recife, Pernambuco
Dados Divulgados por
 
Fornecido por: 

Curso de psicopedagogia

Uns parecem estar no mundo da lua. Outros, num ringue de boxe. Para driblar essas atitudes que prejudicam suas aulas, é preciso conhecer e respeitar as mudanças que ocorrem na adolescência, ganhar a confiança da turma e aproximar o conteúdo escolar do cotidiano da garotada

A culpa é dos hormônios. Até há bem pouco tempo, a indisciplina e o comportamento emocionalmente instável dos adolescentes eram atribuídos à explosão hormonal típica da idade. Pesquisas recentes mostram, no entanto, que essa não é a única explicação para a agressividade, a rebeldia e a falta de interesse pelas aulas, que tanto preocupam pais e professores. Nessa fase, o cérebro também passa por um processo delicado, antes desconhecido: as conexões entre os neurônios se desfazem para que surjam novas. Simplificando: o cérebro se desmonta, reorganiza as partes e em seguida se monta novamente, de forma definitiva para a vida adulta ( veja quadro ). Entre 13 e 19 anos, é comum os jovens apresentarem reações e comportamentos que independem da vontade deles. Portanto, nem sempre palavras ditas de maneira agressiva ou arrogante são fruto da falta de educação. Para quem convive diariamente com turmas dessa faixa etária — que ora parecem estar no mundo da lua, ora com pane no sistema — e quer conquistá-las, a saída é agir de forma firme, mas respeitosa.

Não adianta bater de frente

A primeira lição para quem trabalha com adolescentes é não tomar para o lado pessoal qualquer tipo de afronta vinda de um aluno. Responder a uma provocação no mesmo tom só faz você perder o respeito e a admiração do grupo — o que dificulta o trabalho em classe. Além disso, ao perceber que tirou o professor do sério, o jovem se sente vitorioso e estimulado a repetir a dose. Educar não é um jogo em que se determina quem vence ou perde, afirma a psicopedagoga Maria Helena Barthollo, do Centro de Estudos da Família, Adolescência e Infância, no Rio de Janeiro. Ela sugere que a luta com a garotada dê lugar a parcerias. Os acordos incluem regras, direitos e limites que valem para todos, inclusive você.

O jovem, a partir dos 12 ou 13 anos, está passando por um período de instabilidade psicológica natural. De acordo com a psicopedagoga Nadia Bossa, professora da Universidade Santo Amaro, em São Paulo, nesse período ele revive conflitos típicos da infância. Aos 2 ou 3 anos, quando a criança percebe sua fragilidade, grita, teima, testa os adultos. Quando a mãe, por exemplo, impõe um limite, ela tem a garantia de que está sendo cuidada, explica. O adolescente faz o mesmo. Ele testa os limites dos adultos numa tentativa de estabelecer novos parâmetros de poder sobre sua realidade. Considerando a informação, fica mais fácil para você não interpretar reações intempestivas como uma agressão pessoal.

O professor de História Renato Mota Duarte, da Escola Municipal de Ensino Fundamental e Médio Derville Allegretti, em São Paulo, já se deu conta de particularidades dessa fase. Não grito quando os alunos ig...

Clique aqui para ler este artigo em Cada Dia e Você

Todos os Direitos Reservados - Cada Dia.NET 2004-2011
Conheça nossa equipe, clique aqui!

Produzido por:
SD1