Curso de psicopedagogia Natal, Rio Grande do Norte

Encontre os Cursos de Psicopedagogia de Natal. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região,aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto

Uniao Potiguar de Ensino Ltda
(84) 3201-0725
r Apodi, 392, Tirol
Natal, Rio Grande do Norte
Feroli - Academia de Formacao de Vigilantes e Tiro Ltda
(84) 3234-0482
av Salgado Filho,Sen, 1985, Lga Nova
Natal, Rio Grande do Norte
Faculdade de Ciências Cultura e Extensão do Rio Grando do Norte
(84) 3235-1415
r Orlando Silva, 2896, Capim Macio
Natal, Rio Grande do Norte
IPEP - Instituto Paulista de Ensino e Pesquisa
(84) 3206-4013
av Prudente de Morais, 3510, Lga Nova
Natal, Rio Grande do Norte
Faculdade Católica Nossa Senhora das Neves
(84) 3215-7129
pça Pedro II, 1055, Alecrim
Natal, Rio Grande do Norte
Faculdade Câmara Cascudo
(84) 3198-1600
av Alexandrino Alencar,Alm, 708, Alecrim
Natal, Rio Grande do Norte
SESI - Serviço Social da Indústria - RN
(84) 3204-6200
av Salgado Filho,Sen, 2860, An 5, Lga Nova
Natal, Rio Grande do Norte
Eneluzia Lavynnya Corsino de Paiva
(84) 3211-9874
av Deodoro da Fonseca, 736, Cid Alta
Natal, Rio Grande do Norte
S S Santos
(84) 3201-2673
r Floriano Peixoto, 296, Petrópolis
Natal, Rio Grande do Norte
Centro Educacional Dom Bosco
(84) 3663-0754
av Guaratinguetá, 715, Cj Gramore, Lagoa Azul
Natal, Rio Grande do Norte
Dados Divulgados por
 
Fornecido por: 

Curso de psicopedagogia

Uns parecem estar no mundo da lua. Outros, num ringue de boxe. Para driblar essas atitudes que prejudicam suas aulas, é preciso conhecer e respeitar as mudanças que ocorrem na adolescência, ganhar a confiança da turma e aproximar o conteúdo escolar do cotidiano da garotada

A culpa é dos hormônios. Até há bem pouco tempo, a indisciplina e o comportamento emocionalmente instável dos adolescentes eram atribuídos à explosão hormonal típica da idade. Pesquisas recentes mostram, no entanto, que essa não é a única explicação para a agressividade, a rebeldia e a falta de interesse pelas aulas, que tanto preocupam pais e professores. Nessa fase, o cérebro também passa por um processo delicado, antes desconhecido: as conexões entre os neurônios se desfazem para que surjam novas. Simplificando: o cérebro se desmonta, reorganiza as partes e em seguida se monta novamente, de forma definitiva para a vida adulta ( veja quadro ). Entre 13 e 19 anos, é comum os jovens apresentarem reações e comportamentos que independem da vontade deles. Portanto, nem sempre palavras ditas de maneira agressiva ou arrogante são fruto da falta de educação. Para quem convive diariamente com turmas dessa faixa etária — que ora parecem estar no mundo da lua, ora com pane no sistema — e quer conquistá-las, a saída é agir de forma firme, mas respeitosa.

Não adianta bater de frente

A primeira lição para quem trabalha com adolescentes é não tomar para o lado pessoal qualquer tipo de afronta vinda de um aluno. Responder a uma provocação no mesmo tom só faz você perder o respeito e a admiração do grupo — o que dificulta o trabalho em classe. Além disso, ao perceber que tirou o professor do sério, o jovem se sente vitorioso e estimulado a repetir a dose. Educar não é um jogo em que se determina quem vence ou perde, afirma a psicopedagoga Maria Helena Barthollo, do Centro de Estudos da Família, Adolescência e Infância, no Rio de Janeiro. Ela sugere que a luta com a garotada dê lugar a parcerias. Os acordos incluem regras, direitos e limites que valem para todos, inclusive você.

O jovem, a partir dos 12 ou 13 anos, está passando por um período de instabilidade psicológica natural. De acordo com a psicopedagoga Nadia Bossa, professora da Universidade Santo Amaro, em São Paulo, nesse período ele revive conflitos típicos da infância. Aos 2 ou 3 anos, quando a criança percebe sua fragilidade, grita, teima, testa os adultos. Quando a mãe, por exemplo, impõe um limite, ela tem a garantia de que está sendo cuidada, explica. O adolescente faz o mesmo. Ele testa os limites dos adultos numa tentativa de estabelecer novos parâmetros de poder sobre sua realidade. Considerando a informação, fica mais fácil para você não interpretar reações intempestivas como uma agressão pessoal.

O professor de História Renato Mota Duarte, da Escola Municipal de Ensino Fundamental e Médio Derville Allegretti, em São Paulo, já se deu conta de particularidades dessa fase. Não grito quando os alunos ig...

Clique aqui para ler este artigo em Cada Dia e Você

Todos os Direitos Reservados - Cada Dia.NET 2004-2011
Conheça nossa equipe, clique aqui!

Produzido por:
SD1