Curso de Engenharia Civil Porto Velho, Rondônia

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Auto Escola Capital
(69) 3225-0024
r Salvador, 50 Pedacinho De Chão Pedacinho Chão
Porto Velho, Rondônia
AUTO ESCOLA E DESPACHANTE GUAPORE
69 3214 7192
AV. RAIMUNDO CANTUÁRIA, 6418 - LAGOINHA
PORTO VELHO, Rondônia
Auto Escola Taveira
(69) 3238-2
av Porto Velho, 849 St 1 St 1
Porto Velho, Rondônia
Auto Escola e Despachante Activa
(69) 3213-1801
r Jatuarana, 5371 Cohab Floresta Cohab-Floresta Ii
Porto Velho, Rondônia
Auto Escola Alpha
(69) 3223-1733
av Brasilia 2570 Sao Cristovao
Porto Velho, Rondônia
Auto escola e Despachante Strada
(69) 3213-0995
av Jatuarana, 4195 Nova Floresta
Porto Velho, Rondônia
Auto Escola Despachante Vitoria
(69) 3229-6701
r Carlos Boero 3507 Costa E Silva
Porto Velho, Rondônia
Auto Escola Despachante radical
(69) 3221-3925
r Dom Pedro Ii 2540 Ns Graças
Porto Velho, Rondônia
Centro de Formacao de Condutores e Despachante Sol
(69) 3221-2707
r Alm Barroso, 2577 Ns Graças
Porto Velho, Rondônia
Centro de Formacao de Condutores Dinamica
(69) 3422-1415
r Pedro Teixeira, 1481 S 3 Centro
Porto Velho, Rondônia
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Curso de Engenharia Civil

Duração:
10 semestres, conforme sugestão da unidade para o cumprimento do currículo pleno, sendo o prazo máximo de integralização 12 semestres.

Atuação:
É difícil para uma pessoa comum imaginar a quantidade de cálculos e detalhes técnicos que tem que ser cuidadosamente levantados para garantir a construção de uma ponte ou um edifício, com eficiência e segurança. A complexidade de uma obra exige um profissional altamente qualificado, que tem papel central na engenharia: o engenheiro civil.

Mercado de trabalho:
Mudanças favoráveis
Nos últimos anos, o mercado de trabalho esteve pouco promissor para o engenheiro civil. No entanto, o processo de privatização ocorrido no País desenhou um novo cenário para esse profissional. Com a venda de muitas empresas estatais e a transferência de várias atividades tradicionais do Estado para a iniciativa privada, boa parte das oportunidades de emprego mudou de endereço, instalando-se nas empresas particulares.

Um exemplo são as concessionárias de administração de estradas, como as que cuidam das rodovias Presidente Dutra, entre Rio de Janeiro e São Paulo, e Imigrantes, que liga a capital à Baixada Santista, no litoral paulista. Nos últimos anos, elas realizaram diversas obras - duplicação e reforma das pistas, construção de viadutos e passarelas - que exigiram a contratação de engenheiros civis. Em São Paulo, mesmo as grandes obras tocadas pelo governo estadual, como o Rodoanel, que vai circundar a Grande São Paulo, e a ampliação das linhas do Metrô, têm a participação de empresas particulares, comenta Murilo Celso de Campos, presidente do Sindicato dos Engenheiros do Estado de São Paulo.

Embora ressalte a expansão do setor privado e, ainda, que 60% dos engenheiros civis atualmente são profissionais autônomos, o dirigente sindical alerta para o fato de que o recém-formado não deve ignorar a esfera pública quando quiser dar a partida na sua carreira. O volume de empregos na área estatal e na particular continua equilibrado e os governos têm investido bastante em atividades que absorvem muitos engenheiros, como o saneamento básico, diz.

A construção civil continua o grande reduto para os profissionais do setor, mas, segundo Campos, as ofertas de emprego estão engessadas nessa área, por causa das incertezas da economia brasileira. Na sua previsão, as oportunidades nos próximos anos devem se ampliar nos ramos de infra-estrutura - como a construção de usinas hidrelétricas.

Obras de infra-estrutura também f...

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