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Curso de Engenharia Civil Macapá, Amapá

Encontre os Cursos de Engenharia Civil de Macapá. Conheça as faculdades e universidades especializadas desta área em sua região,aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Colégio Santa Bartolomea Capitanio
(96) 223-0333
av Dq de Caxias, 908
Macapá, Amapá
 
Asm Silva
(96) 227-3370
rod Juscelino Kubitschek, 8050, km 8, Jardim Marco Zero
Macapá, Amapá
 
Centro Ensino Atual
(96) 223-7714
av Mendonça Furtado, 1220, Central
Macapá, Amapá
 
Aaaec
(96) 223-5403
av Nações Unidas, 1201, Perpétuo Socorro
Macapá, Amapá
 
Centro de Ensino Aprova 1e 2 Grau
(96) 223-8199
r General Rondon, 748, Laguinho
Macapá, Amapá
 
Bartolomeu Capitania
(96) 223-0333
av Dq Caxias, 908
Macapá, Amapá
 
Meta Escola Tec do Amapá
(96) 223-6008
psg Jovino Dinoa, 2934, Laguinho
Macapá, Amapá
 
Cepap Centro Educacional Presbiteriano do Amapá
(96) 222-0983
av Conego Domingos Maltez, 265, Trem
Macapá, Amapá
 
Ceap
(96) 223-5565
av Nações Unidas, 1201, Perpétuo Socorro
Macapá, Amapá
 
Ceap Centro Ensino Amapá
(96) 223-5565
av Nações Unidas, 1201, Perpétuo Socorro
Macapá, Amapá
 

Curso de Engenharia Civil

Fornecido por: 

Duração:
10 semestres, conforme sugestão da unidade para o cumprimento do currículo pleno, sendo o prazo máximo de integralização 12 semestres.

Atuação:
É difícil para uma pessoa comum imaginar a quantidade de cálculos e detalhes técnicos que tem que ser cuidadosamente levantados para garantir a construção de uma ponte ou um edifício, com eficiência e segurança. A complexidade de uma obra exige um profissional altamente qualificado, que tem papel central na engenharia: o engenheiro civil.

Mercado de trabalho:
Mudanças favoráveis
Nos últimos anos, o mercado de trabalho esteve pouco promissor para o engenheiro civil. No entanto, o processo de privatização ocorrido no País desenhou um novo cenário para esse profissional. Com a venda de muitas empresas estatais e a transferência de várias atividades tradicionais do Estado para a iniciativa privada, boa parte das oportunidades de emprego mudou de endereço, instalando-se nas empresas particulares.

Um exemplo são as concessionárias de administração de estradas, como as que cuidam das rodovias Presidente Dutra, entre Rio de Janeiro e São Paulo, e Imigrantes, que liga a capital à Baixada Santista, no litoral paulista. Nos últimos anos, elas realizaram diversas obras - duplicação e reforma das pistas, construção de viadutos e passarelas - que exigiram a contratação de engenheiros civis. Em São Paulo, mesmo as grandes obras tocadas pelo governo estadual, como o Rodoanel, que vai circundar a Grande São Paulo, e a ampliação das linhas do Metrô, têm a participação de empresas particulares, comenta Murilo Celso de Campos, presidente do Sindicato dos Engenheiros do Estado de São Paulo.

Embora ressalte a expansão do setor privado e, ainda, que 60% dos engenheiros civis atualmente são profissionais autônomos, o dirigente sindical alerta para o fato de que o recém-formado não deve ignorar a esfera pública quando quiser dar a partida na sua carreira. O volume de empregos na área estatal e na particular continua equilibrado e os governos têm investido bastante em atividades que absorvem muitos engenheiros, como o saneamento básico, diz.

A construção civil continua o grande reduto para os profissionais do setor, mas, segundo Campos, as ofertas de emprego estão engessadas nessa área, por causa das incertezas da economia brasileira. Na sua previsão, as oportunidades nos próximos anos devem se ampliar nos ramos de infra-estrutura - como a construção de usinas hidrelétricas.

Obras de infra-estrutura também f...

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